sábado, 7 de janeiro de 2012

tratamento natural para Pedra na Bexiga

Beber 6-8 copos de água ou mais por dia para aumentar o débito urinário pode ajudar a passar pedras.

Seu médico pode remover as pedras que não passem por conta própria com um cistoscópio (um pequeno tubo que passa através da uretra para a bexiga).

Algumas pedras podem precisar ser removidos com cirurgia aberta.

Medicamentos são raramente usados ​​para dissolver as pedras.

Causas de pedras na bexiga deve ser tratada. Mais comumente pedras na bexiga são vistos com hiperplasia prostática benigna (BPH) ou obstrução do trato urinário.

Para os doentes com HBP e pedras na bexiga, a ressecção transuretral da próstata (RTUP) pode ser realizada com a remoção de pedra.

domingo, 8 de maio de 2011

Câncer de Bexiga

O primeiro ponto é avaliar se não existe metástase, ou seja, um tumor localizado apenas na bexiga, podemos, de maneira simplificada, dividir o tratamento dos tumores de bexiga de acordo com a presença ou não de invasão da musculatura desse órgão.
Nos casos que não existe invasão muscular, podemos realizar a ressecção por via endoscópica das lesões vesicais e acompanhar a evolução. Em alguns casos, existe a necessidade de aplicação de BCG (substância que gera uma resposta imune) intravesical após remoção das lesões.
Por outro lado, nos casos onde existe invasão muscular, há necessidade de remoção mais extensa da lesão. Em geral, realiza-se uma cirurgia para remoção de todo o órgão, conhecida como cistectomia radical. Após retirada da bexiga, pode-se realizar a construção de uma neo-bexiga com alça intestinal para substituir a bexiga original.
A decisão terapêutica dos tumores da bexiga leva em consideração muitas outras variáveis não explicitadas aqui, para que o texto nao se torna-se complicado. Caso haja interesse em maiores informações, entre em contato conosco.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

HGV funciona com novas tecnologias no bloco cirúrgico de urologia

O Hospital Getúlio Vargas (HGV), localizado na cidade pernambucana de Cordeiro, funciona com novas tecnologias no bloco cirúrgico do setor de urologia. Agora, a unidade dispõe de três novos equipamentos e possui outros dois no sistema de comodato. Os procedimentos nos pacientes passam a ser menos agressivos, ganham mais precisão no resultado e diminuem o tempo de internamento e recuperação.

A grande novidade é o aparelho a laser para tratamento de cálculo renal – único da rede pública no Nordeste a oferecer o serviço. A máquina quebra o cálculo, conhecido como pedra, em qualquer região do aparelho urinário.

Fazem parte das novas aquisições do HGV: microscópio para reversão de vasectomia, único no sistema público em Pernambuco; aparelho de urodinâmica, que possibilita exames para avaliação de incontinência urinária e doenças na bexiga; e aparelho de vídeo para cirurgia percutânea, que faz pulsão do cálculo renal.

sábado, 24 de julho de 2010

Pedra na Bexiga e tumores

Uma pedra na bexiga poderia causar um bloqueio repentino com retenção de urina ou sintomas graves e intermitentes. Contudo, uma pedra pode, ela própria, ser uma complicação da HBP.

Muito raramente, um tumor da bexiga pode crescer em direção à próstata, mas, de modo geral, isto sempre está associado a outros sintomas como, por exemplo, sangramento.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Pedra na Bexiga pode ser problema na próstata

A existência de pedras na bexiga, pode ocorrer por aumento da próstata, obstruindo parcialmente a saída de urina. Isto condiciona uma agregação de cristais e outros resíduos, que com o passar do tempo se transformam em cálculo. Uma outra causa seria condicionada pela impossibilidade do paciente eliminar uma pedra que teria descido dos rins.

sábado, 18 de abril de 2009

O que causa PEDRA NA BEXIGA

Os cálculos urinários a muito tempo causa sofrimento na população humana. Há quatro milênios antes de Cristo, passando pela Grécia e Roma antigas, os médicos já descreviam casos de cálculos.

Atualmente somente as doenças da próstata e infecções urinárias são mais freqüentes que os cálculos. Deve-se salientar que 12 % da população, algum dia irá apresentar um episódio de cálculo. A relação homem mulher é de quatro homens para cada mulher afetada, predominando na terceira e quarta décadas de vida.

Fatores geográficos certamente contribuem para o aparecimento de cálculos. Áreas de temperaturas elevadas e com grande umidade são predisponentes à formação de pedras, sendo observados muitos casos durante os meses quentes de verão devido ao maior grau de desidratação.

Durante o século XX, a incidência de calculopatia nos países europeus esteve diretamente relacionada com a situação política e econômica. No decorrer das Primeira e Segunda Guerras Mundiais, período em que houve queda de consumo de proteína animal, ocorreu uma diminuição das pessoas com cálculos renais. Isto nos faz pensar na forte ligação existente entre a formação de cálculos e a dieta. A ingestão excessiva de alguns alimentos pode provocar, ou acelerar, distúrbios pré-existentes no nosso organismo propiciando o desequilíbrio químico necessário para a formação destes cálculos. Por exemplo:

• Cálcio: o aumento de sua ingestão só deve ser controlado, em casos confirmados de pacientes com alta sensibilidade à ingestão de leite e derivados 
• Sódio: sal de cozinha deve ser restringido para aproximadamente 1 colher de chá por dia. 
• Proteínas: principalmente as de origem animal (carnes, peixes , aves, ovos, leite e derivados) apresentam um efeito agravante quanto à formação dos cálculos. 
• Ingestão de Líquidos: o aumento da ingestão de líquidos é provavelmente a orientação mais importante que deve ser dada para estes pacientes, pois somente esta medida sem a ação de medicamentos pode reduzir em 60% a incidência destes cálculos.

Embora não sejam conhecidos por completo os motivos pelos quais os cálculos urinários são formados, acredita-se que vários fatores possam estar envolvidos neste processo: super saturação urinária - situação em que há excesso de um ou mais elementos que compõem a urina facilitando a sua precipitação, diminuição dos inibidores urinários - substâncias existentes cuja função é impedir a cristalização de urinas super saturadas, matriz orgânica do cálculo - substâncias protéicas que servem como núcleo para a formação do cálculo sobre o qual se depositam cristais e retenção de cristais no trato urinário. Fatores genéticos também podem contribuir para o aumento da formação de cálculos, assim como algumas doenças como a GOTA.

A existência de pedras na bexiga, pode ocorrer por aumento da próstata, obstruindo parcialmente a saída de urina. Isto condiciona uma agregação de cristais e outros resíduos, que com o passar do tempo se transformam em cálculo. Uma outra causa seria condicionada pela impossibilidade do paciente eliminar uma pedra que teria descido dos rins.

O conselho médico para pessoas que tem cálculos urinários é o de beber 3 litros de água por dia e evitar ingestão em excesso de proteína animal, principalmente a da carne vermelha.

sábado, 4 de abril de 2009

Tratamento

Entre as várias formas de tratamento, destacamos:
A intervenção urgente está indicada em um paciente com o trato urinário superior obstruído e infectado, dor ou vômito que não melhora com tratamento clínico, urina ausente, ou obstrução importante de um rim único.
Nestes casos, está indicada a descompressão através de rápidos procedimentos cirúrgicos. Pode-se realizar uma derivação externa por nefrostomia, que é a introdução de um tubo fino através da pele chegando até o rim obstruído e dilatado; ou pode-se realizar uma derivação interna, passando um tubo internamente através da uretra e posicionando-o no ureter, mais precisamente entre o rim e a bexiga.
Passagem espontânea da pedra
Quando a cirurgia urgente não esta indicada, o médico necessita optar entre uma conduta expectante objetivando a passagem espontânea da pedra, ou uma intervenção cirúrgica eletiva. A possibilidade de uma eliminação espontânea da pedra diminui à medida que o tamanho da pedra aumenta. A maioria das pedras menores que 5 mm tendem a passar espontâneamente. Dois terços dos cálculos ureterais que passam espontâneamente são eliminados 4 semanas após o inicio dos sintomas. Uma pedra ureteral que não passou no período médio de 1 – 2 meses dificilmente será eliminada sem necessidade de uma intervenção. 
Alem disso, as pedras ureterais que continuam sintomáticas após 4 semanas apresentam uma taxa de complicação de 20 %, incluindo diminuição da função renal, infecção e estreitamento ureteral. Portanto, observação por até 4 semanas pode ser uma conduta aceitável se houver um seguimento adequado do paciente. Os pacientes devem ser instruídos a filtrar a urina e coletar qualquer pedra eliminada. Exames de imagem devem ser realizados para confirmar a eliminação do cálculo.
Já nos casos onde o seguimento adequado do paciente não e possível, ou naqueles onde a pedra não progrediu após 4 semanas, a intervenção cirúrgica esta indicada.